Apesar das previsões meteorológicas, mais um dia maravilhoso que desfrutamos felizes FazendoTrilhas por esta bela ilha.
Amanheceu chovendo. De verdade. Aparentemente sem condições para trilhar. Decidimos cancelar. Corre pra internet avisar em todas as mídias. Eram 6:30. E se alguém que mora longe, ou de algum bairro onde não choveu, já saiu de casa? Vamos até os pontos de encontro avisar o pessoal.
Amanheceu chovendo. De verdade. Aparentemente sem condições para trilhar. Decidimos cancelar. Corre pra internet avisar em todas as mídias. Eram 6:30. E se alguém que mora longe, ou de algum bairro onde não choveu, já saiu de casa? Vamos até os pontos de encontro avisar o pessoal.
Dois trilheiros nos ligaram: Raquel e Marcos. Estavam no ponto de encontro e nós, a caminho. Surpresa: No Norte estava tudo seco. Tempo perfeito, sem ameaça de chuva e sol tímido mas prometedor. Ja que estamos aqui, vamos trilhar? Vamos!
E lá fomos nós em direção aos Ingleses pra trilhar. Chegando no segundo ponto de encontro, Analu, vinda do Campeche, nos esperava lá. Iniciamos nossa trilha exatamente às 9:30.
Percorremos aquele trecho da paria e nos adentramos na mata, rumo à pedra da porca. Alguns subimos, outros não quiseram escalaminhar a pedra. O visual de cima da pedra é fantástico. vale a pena subir. ;)
Como o grupo era pequeno sugeri fazermos um plus: uma segunda trilha integrada à original. Todos concordaram e fomos subindo o Costão dos Ingleses até o topo. Diz uma placa informatica que tem uns 1200 m, mas pelo esforço da subida parecem uns 5km :D
Chegando no topo, cadê o visual? não tem! só uma pedra redonda onde registramos nossa “conquista”.
Uns 50 m mais à frente e já descendo pela outra face do morro, voilà! uma visão privilegiada de toda a região: Desde o morro das aranhas, praia do santinho, praia dos ingleses, morro das feiticeiras, praia brava... e o oceano a perder de vista... Local ideal para descansar, lançar, repor as energias.
Momento de levantar e continuarmos nossa caminhada. Agora descendo. Dizem que na descida todo santo ajuda, mas neste caso o que ajuda mesmo são os galhos e as raizes de onde nos segurávamos para poder descer sem escorregar (muito). Ainda bem que era descendo. A subida por aqui será “punk” (vai ser com a turma da trilha do dia 29/01/11, rsrsrsrs)
Até aqui, tínhamos consumido 1:30 de caminho.
No finalzinho da descida, quando já não havia mais risco de quedas, PLAF, a primeira a escorregar: cervejaaaa! Logo, logo estávamos “embaixo”, no plano. Na verdade, na cumeeira (perto da Glória), rumo à Ponta do Barcelos. Caminhada leve, quase sempre em descida. Neste pedaço mais um ficou com invenja da escorregada e decidiu escorregar também. Outra cervejaaaaa!
Em pouco menos de 1h estávamos de frente para o mar olhando a ilha do badejo e descendo em direção às pedras. Chegamos na “partida”. Cenário lindo. Indescritível.
Depois descemos mais um pouco para explorar as diversas pequenas grutas da área. A grande gruta, a da Encantada, é profunda, de difícil acesso, tem gente que jura que desceu lá, mas sem equipamentos acho muito perigoso. Segurança é item obrigatório nas nossas atividades. Como bem lembrou a enfermeira: “aqui não tem lugar apropriado pro arcanjo* descer!” (nome do helicóptero dos bombeiros)
Após cabritar bastante entre sobre e sob as pedras, o sol começa a aparecer e querendo nos castigar. Hora de começar o retorno. Agora em subida. Constante. Não muito íngreme, mas pelo cansaço, e o calor que começa a apertar, nos faz sentir mais ainda. Alcançando a cumeeira, começa a descida. Terreno está bastante escorregadio, resultado da semana inteira de chuvas que caiu sobre Floripa. Mais escorregões, mas somente machucões leves.
Daqui a pouco, o descampado. De cara para a praia do santinho, que pra quem não sabe se chama assim pelos petroglifos do bonequinho desenhado, e não pelo resort homônimo. :P
Agora o sol nos castigando de verdade, e a fome também, andando pelo curto trecho das dunas, sentiamos como se estivéssemos atravessando o Saara. Que nada, era só a alucinação da fome. rsrsrsrs.
Chegando na praia, atravessamos a vila de pescadores, e fomos em direção ao canto direito da praia, ao Restaurante Recanto dos Brunidores, onde nos esperava um delicioso almoço prometido pelo Chef de cozinha Narbal Correa. Conseguimos uma refeição bem deliciosa por um ótimo preço, exclusivo para o pessoal do FazendoTrilhas. Vejam as fotos e tirem suas próprias conclusões. ;)
Falei com o Chef e disse que estava muito gostoso o almoço, que era muito lindo, mas que trilheiro precisava de mais "sustânça", então nos prometeu que os próximos almoços seriam mais reforçados e com a mesma qualidade ;) (quem for na trilha do dia 29/01/11, comprovará se o chef cumpre com o que promete. hehehehe)
Após a refeição fomos caminhar pelo parque arqueológico dos brunidores. Ninguém cirou coragem pra entrar no mar. Momento de partir, pois o cansaço começava a mostrar seus efeitos em nós. Alguns empolgados em continuar caminhando pela praia, atravessar o costão do morro das feiticeiras, para chegar à praia brava, para assistir “Nenhum de Nós” que estaria tocando pelo “Floripa Tem”, mas não chegaríamos a tempo.
Resumo da ópera. Decidimos todos partir para nossos lares. Chegando na esquina, lá vemos o ônibus vindo. Querem pegar esse? temos que correr! corre! corre! todo mundo atrás do ônibus.
Ufa! agora sim, rumo ao Tican. chegando lá, cada um pega seu ônbus, nos despedimos, esperando nos re-encontrar brevemente para mais uma trilha, mais uma aventura.
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Fim de Trilha.
Gratos aos trilheiros que nos acompanharam neste dia!
Aguardamos vocês nas próximas caminhadas e aventuras!
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| 20110123 Trilha da Partida (a cancelada) |
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