No quesito aventura, este domingo (20/03/2011) foi completo! Fechando o verão, e dando as boas-vindas ao outono, fazendo trilha, costeirismo e cavernismo (caving) em Florianópolis, tudo junto num dia só :D
Sempre é necessário estabelecer limites no número de participantes nas nossas atividades por vários motivos. Entre eles, mínimo impacto ambiental nas trilhas; adequação no gerenciamento de horários e duração da trilha, capacidade de orientar e ajudar, da melhor forma possível, a todos os participantes durante o percurso; questões de segurança e integridade física; manter um grupo unido e coeso. Enfim, os motivos são muitos e, na nossa opinião de organizadores, completamente válidos.
Segundo o Rodrigo, conhecedor da trilha e suas dificuldades, o número ideal seria 30 pessoas. Inicialmente abrimos 25 vagas no FazendoTrilhas, para esta atividade. Nossa grande surpresa foi termos um número considerável de inscritos no site, e maior surpresa ainda, um número muito maior de pessoas que não se inscreveram e mesmo assim apareceram no ponto de encontro.
Após os devidos anúncios paroquiais (orientações ambientais, cuidados com animais peçonhentos, solicitar espírito de equipe e manutenção da unidade do grupo, entre outros assuntos) iniciamos a trilha pontualmente no horário, partindo do ponto de encontro informado pelo email de confirmação enviado aos devidamente inscritos pelo site. Éramos, no total, 49 trilheiros, a percorrer um dos trechos costeiros mais bonitos e menos conhecidos desta maravilhosa ilha.
Percorremos a estrada por terrenos particulares, até o início da trilha propriamente dita. O trecho inicial é bem tranquilo. Ao adrentrarmos na trilha, começa um percurso verdejante e um pouco fechado, apesar de ser um caminho bem demarcado.
Ao superar a área coberta, saimos de frente às ladeiras que nos levam ao costão. Daqui, dá para observar uma excelente panorâmica da costa sudeste da ilha e, em direção ao sul, visualizamos os arquipélagos três irmãs e Moleques do Sul. Local ideal para muitas, muitas fotos.
Em pouco tempo alcançamos a borda do costão. Começa a vertiginosa descida entre os enormes paredões e pedras. Ao chegarmos no ponto mais próximo ao mar e no mesmo nível deste, nos deparamos com um lugar onde era necessário atravessarmos sobre pedras que sofriam constantemente o embate das ondas.
Em pouco tempo alcançamos a borda do costão. Começa a vertiginosa descida entre os enormes paredões e pedras. Ao chegarmos no ponto mais próximo ao mar e no mesmo nível deste, nos deparamos com um lugar onde era necessário atravessarmos sobre pedras que sofriam constantemente o embate das ondas.
Por causa do especial perigeu lunar que aconteceu no dia anterior, a maré estava muuuuuito mais alta que o normal. Por este motivo, nosso guia, avaliando as condições de segurança e depois de perceber que algumas pessoas teriam dificuldades (físicas e/ou psicológicas) para enfrentar este desafio, analisou os riscos e decidiu que precisávamos voltar.
O Rodrigo e o Joel deliberaram sobre um plano B, e decidiram que todos voltariamos e visitariamos outras pequenas cavernas existentes no mesmo trecho de volta da nossa trilha inicial. Nesse momento, aconteceu algo inédito nas atividades do FazendoTrilhas! (e que gostariamos que não se repetisse) Um primeiro grupo, iniciou a volta sem informar-se sobre tal decisão. Outro grupo decidiu abandonar o grande grupo, e continuar, por conta e risco, até a caverna, destino originalmente traçado.
O grupo que permaneceu com os guias Rodrigo, Joel e Ana, iniciou, então, a volta, e para nossa surpresa, não conseguimos alcançar o primeiro grupo que voltou antecipadamente. Assim, os que restamos, 11 trilheiros, continuamos com o plano B, decidido pelos organizadores.
Entramos nas trilhas secundárias, descemos até os costões e visitamos lugares lindos, pequenas grutas/cavernas (Rodrigo, corrija-nos, please) e admiramos interessantes formações rochosas. Como o grupo estava bem reduzido, ficou bem mais fácil administrar a logística de ajuda mútua entre os trilheiros e pudemos enfrentar mais facilmente alguns obstáculos desafiadores.
Alguns dos trilheiros que tinham voltado na frente, nos ligaram, para saber do nosso paradeiro e nos informaram que também estavam curtindo “aventuras desafiadoras” se deliciando com uma sequência de camarão e algumas cervejinhas nos bares da praia do Pântano do Sul, enquanto nosso grupo se torrava no sol e, mortos de fome, consumiamos barrinhas de cereal (mas batiamos muitas fotos, rsrsrs).
Aproveitamos, também (desde o ponto de volta da trilha inicial) para fazer o que estava inicialmente planejado: fazer o mutirão de limpeza. Assim, enquanto nos divertiamos fomos fazendo varredura ecológica dos costões. Juntamos imensa quantidade de lixo de todo tipo, principalmente plástico. Enchemos o equivalente a 4 sacos de lixo de 50 litros.
Finalmente, chegamos ao local inicial da aventura do dia, a praia Pântano do Sul, onde nos encontramos com o grupo que veio na frente. Eles já tinham comido e os que chegávamos, estávamos cansados e com fome. A grande maioria se despediu e partiu. Alguns do que ficamos decidimos ir nos alimentar na Praia da Armação, num restaurante que tem umas porções generosas, suficientes para saciar nossa fome.
O Rodrigo e o Joel deliberaram sobre um plano B, e decidiram que todos voltariamos e visitariamos outras pequenas cavernas existentes no mesmo trecho de volta da nossa trilha inicial. Nesse momento, aconteceu algo inédito nas atividades do FazendoTrilhas! (e que gostariamos que não se repetisse) Um primeiro grupo, iniciou a volta sem informar-se sobre tal decisão. Outro grupo decidiu abandonar o grande grupo, e continuar, por conta e risco, até a caverna, destino originalmente traçado.
O grupo que permaneceu com os guias Rodrigo, Joel e Ana, iniciou, então, a volta, e para nossa surpresa, não conseguimos alcançar o primeiro grupo que voltou antecipadamente. Assim, os que restamos, 11 trilheiros, continuamos com o plano B, decidido pelos organizadores.
Entramos nas trilhas secundárias, descemos até os costões e visitamos lugares lindos, pequenas grutas/cavernas (Rodrigo, corrija-nos, please) e admiramos interessantes formações rochosas. Como o grupo estava bem reduzido, ficou bem mais fácil administrar a logística de ajuda mútua entre os trilheiros e pudemos enfrentar mais facilmente alguns obstáculos desafiadores.
Alguns dos trilheiros que tinham voltado na frente, nos ligaram, para saber do nosso paradeiro e nos informaram que também estavam curtindo “aventuras desafiadoras” se deliciando com uma sequência de camarão e algumas cervejinhas nos bares da praia do Pântano do Sul, enquanto nosso grupo se torrava no sol e, mortos de fome, consumiamos barrinhas de cereal (mas batiamos muitas fotos, rsrsrs).
Aproveitamos, também (desde o ponto de volta da trilha inicial) para fazer o que estava inicialmente planejado: fazer o mutirão de limpeza. Assim, enquanto nos divertiamos fomos fazendo varredura ecológica dos costões. Juntamos imensa quantidade de lixo de todo tipo, principalmente plástico. Enchemos o equivalente a 4 sacos de lixo de 50 litros.
Finalmente, chegamos ao local inicial da aventura do dia, a praia Pântano do Sul, onde nos encontramos com o grupo que veio na frente. Eles já tinham comido e os que chegávamos, estávamos cansados e com fome. A grande maioria se despediu e partiu. Alguns do que ficamos decidimos ir nos alimentar na Praia da Armação, num restaurante que tem umas porções generosas, suficientes para saciar nossa fome.
Assim, finalizamos nosso dia, satisfeitos por termos cumprido os objetivos propostos: trilha, costeirismo, cavernismo, mutirão de limpeza e confraternização num restaurante praiano.
Aos que, por diversos motivos não puderam participar plenamente de todas as atividades, e eventualmente viram suas expectativas frustradas, fica nosso convite para voltarmos a fazer futuramente a mesma trilha, desta vez, até a grande caverna, só que em grupos mais reduzidos e com a maré mais normalizada. Por motivos óbvios, para manter a unidade do grupo em todo o percurso da trilha, precisamos ser mais rigorosos no controle da quantidade de participantes nas futuras atividades. Fica a dica para todos os interessados em trilhar conosco. ;)
Como reflexão, sobre os episódios de hoje:
Para os verdadeiros trilheiros, mais importante que o destino final, é o próprio caminho. Afinal, como disse o poeta: "Caminhante, não há caminho, faz-se caminho ao caminhar..."
FIM DE TRILHA. Até a próxima ;)
Em resumo, mais um dia fazendo trilhas em/por Floripa. ;)
| Aos que participaram, um muito obrigado por compartilhar conosco momentos de amizade, companheirismo e diversão, fazendo trilhas em Floripa. Aos que contribuiram com doações para as entidades filantrópicas, muito obrigado! Arrecadamos nesta ocasião 25 Kg/Lt de alimentos + 3 itens de higiene pessoal. Aos que se inscreveram e não puderam participar, pelos mais diversos motivos, fica nosso convite para aparecerem nas próximas trilhas e aventuras. Aos que ainda não fizeram trilhas conosco, estão esperando o quê? Venham conhecer as belezas naturais desta paradisiaca ilha! Para receber nossa newsletter com novidades, informações e atualizações do “FazendoTrilhas”, cadastre seu email no formulário que consta no canto superior direito do site | ||
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